Sim, e para cada um tem uma história cheia de certezas ("um assessor me garantiu", "fulano já tem reunião marcada") , mas nenhum compromisso com a informação...
O investigativo político é infinitamente superior. Há dezenas e dezenas de exemplos de gente que caiu ou foi pros tribunais por conta de reportagens da imprensa política investigativa. O mesmo serve para a econômica, que é de alta qualidade, mas tem um foco diferenciado. Erram? Claro que erram. Mas não é essa maluquice de "tentativa e erro", "chute e acerto" da esportiva.
O jornalismo político brasileiro é superior, mas dizer que "infinitamente" é demais. Foi o jornalismo político brasileiro, por exemplo, que pagou o mico inacreditável nas eleições de 2006, blindando o PSDB a todo o custo e atacando o governo Lula até quando não merecia ser atacado. E foi o jornalismo político brasiliense (impresso) que blindou o Arruda até não poder mais.
Outro furaço tomado pela nossa imprensa esportiva: a convulsão do Ronaldinho. Os caras só descobriram que algo havia acontecido qdo apareceu Edmundo na relação do time titular. Tava todo mundo lá. Os melhores repórteres no maior evento do futebol e ninguém soube de nada.
Outra barrigada história que não se repete em outras áreas: todo mundo saiu dizendo (E duvido que alguém realmente tenha tido acesso ao contrato do Muricy) cheio de autoridade que o contrato do Muricy tinha uma cláusula que o liberava em caso de convite para a Seleção Brasileira. Desinformação, sempre publicada sem o menor compromisso. Essa área é um grande achismo e tudo isso é bancado e publicado sem nenhuma cobrança em cima de quem está editando as paradas. Foda.
os caras falam: vai ser mano, scolari, leonardo, muricy, luxe ou algum outro que esta sendo estudado por rix tex. assim nao tem como errar.
ResponderExcluirSim, e para cada um tem uma história cheia de certezas ("um assessor me garantiu", "fulano já tem reunião marcada") , mas nenhum compromisso com a informação...
ResponderExcluirÉ impressionante a má qualidade do jornalismo esportivo de bastidor e investigativo no Brasil. Fico de cara. DB, mude isso, companheiro.
ResponderExcluirdificil adiantar o que se passa na cabeza de 1 e apenas 1 pessoa. aquele bandido.
ResponderExcluirMenos mal que fosse só o esportivo.
ResponderExcluirO investigativo político é infinitamente superior. Há dezenas e dezenas de exemplos de gente que caiu ou foi pros tribunais por conta de reportagens da imprensa política investigativa. O mesmo serve para a econômica, que é de alta qualidade, mas tem um foco diferenciado. Erram? Claro que erram. Mas não é essa maluquice de "tentativa e erro", "chute e acerto" da esportiva.
ResponderExcluirEntão não adianta. Não diga que está "90%" certo. Fala sério.
ResponderExcluirO jornalismo político brasileiro é superior, mas dizer que "infinitamente" é demais. Foi o jornalismo político brasileiro, por exemplo, que pagou o mico inacreditável nas eleições de 2006, blindando o PSDB a todo o custo e atacando o governo Lula até quando não merecia ser atacado. E foi o jornalismo político brasiliense (impresso) que blindou o Arruda até não poder mais.
ResponderExcluirNego esquece do princípio básico: ouvir o outro lado. Na verdade, dessa vez não ouviram nem "o lado". Foi ridículo.
ResponderExcluirOutro furaço tomado pela nossa imprensa esportiva: a convulsão do Ronaldinho. Os caras só descobriram que algo havia acontecido qdo apareceu Edmundo na relação do time titular. Tava todo mundo lá. Os melhores repórteres no maior evento do futebol e ninguém soube de nada.
ResponderExcluirConcordo.
ResponderExcluirO primeiro repórter que deu isso, se me lembro bem, foi o Kiko Menezes, que devia ser estagiário à época
ResponderExcluirOutra barrigada história que não se repete em outras áreas: todo mundo saiu dizendo (E duvido que alguém realmente tenha tido acesso ao contrato do Muricy) cheio de autoridade que o contrato do Muricy tinha uma cláusula que o liberava em caso de convite para a Seleção Brasileira. Desinformação, sempre publicada sem o menor compromisso. Essa área é um grande achismo e tudo isso é bancado e publicado sem nenhuma cobrança em cima de quem está editando as paradas. Foda.
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